Existem verdades absolutas que não podem deixar de nos marcar. O fato de sermos parte de uma raça caída e corrompida pelo pecado é uma delas.
Charles Spurgeon dizia que mesmo o que chamamos de amor, nem sempre o é de fato porque o pecado corrompe o nosso ser no mais profundo âmbito, pela Graça de Deus, nós não somos completamente tomados pelo poder do pecado, mas o simples fato dele habitar em nós é suficiente para corromper qualquer coisa que possamos fazer, pensar ou sentir (características que nos torna humanos).
Em Mateus 22:37-40 Jesus nos ensina o Mandamento Áureo, que consiste em amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo ( e quanto mais próximo, mais devemos amar, como dizia Martinho Lutero) como a nós mesmos, e este é o único caminho para refrear o efeito da Depravação Total em nós nos relacionamentos. Quando amamos a Deus sobre tudo, com todo o nosso entendimento e forças, aprendemos com Aquele que define o Amor a amar de verdade (em ação, pensamento e sentimento) aos nossos próximos (acredito que respeitando uma hierarquia bíblica de prioridades, Esposa/Marido, Família, Igreja e por aí vai).
Os efeitos do pecado em nós e nos outros causa medo, aflições, tristezas e decepções, é um chamariz muito grande de tornar quem ou o que amamos em ídolos, desrespeiitando o Primeiro Mandamento, que é o primeiro justamente para que isto nunca ocorra.
Não devemos amar as pessoas a partir delas, e sim a partir do nosso amor pelo Deus Altíssimo. É disto que Jesus está falando neste texto. Se sentimos algo forte por alguém devemos sempre entender que o melhor que podemos fazer por ela é amar a Deus sempre, sobre todas as coisas. Amar a Deus é a gênesis de uma maravilhosa e boa vida.
Por Nilson Pereira.
Por Nilson Pereira.
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