Por Nilson Pereira.
Existe um dilema comum na vida de um cristão de verdade: Como ser efetivo no mundo secular e ser um cristão firme e coerente sendo efetivo no Reino de Deus também? Muitos se perdem em heresias neste caminho. Raros conseguem ter tamanha evidência, tamanha honra dada pelo Altíssimo de ser brilhante Nele, e ecoar profundamente Sua luz na secularidade, sendo reconhecido por todos, cristãos e não cristãos. Certamente um dos maiores nomes destas exceções é o de Cliver Staples Lewis.
Considerado por público e crítica, um dos maiores intelectuais do século XX, que conforme citei no texto que faz referência a Charles Spurgeon, é a sequência do século XIX, das transformações mais bruscas que a humanidade viveu em toda a História. Porém, o século nonocentista tem uma particularidade em relação ao oitocentista, as guerras. O historiador Eric Hobsbawm, referência historiográfica dos dois séculos citados, chega a afirmar que o século XX é a ''Era dos Extremos'', nunca antes houveram tantas guerras, sejam físicas, sejam ideológicas, como houveram no século XX.
É neste cenário que se destaca um cristão, sendo exemplar no que discerne as Escrituras - ''sal e luz'', um poeta, um teólogo, um escritor, um professor universitário, um homem de Deus que foi excelente em tudo o que fez. Em tempos de uma apostasia nunca antes vista, tempos do auge do marxismo, ateísmo, comunismo, nazismo, facismo, C. S. Lewis é o maior nome de conservação da sã doutrina da primeira metade do século XX.
Raros cristãos foram solicitados com frequência por aquela que eu considero a maior instituição jornalística do mundo até os dias de hoje, a BBC britânica, e ainda por cima para falar de Cristianismo. Raros cristãos se posicionam brilhantemente no exercício de Apologética cristã perante tamanha exposição, C.S. Lewis o fez. O resultado disto chama-se o seu livro mais famoso, um dos mais importantes de toda a minha vida, que li totalmente digitalizado, e que ganharei de um dos meus grandes amigos, o best seller ''Cristianismo Puro e Simples''.
Segue a descrição do livro em todos os sites de compras que o vende:
Durante a Segunda Guerra Mundial, a BBC convidou C. S. Lewis para fazer uma série de palestras pelo rádio. Foram programas que, ao final, deram um sentido novo à vida de milhares de adultos de todas as classes e profissões. O livro Cristianismo puro e simples, que colige essas preleções legendárias, veio a ser considerado a mais popular e acessível de todas as obras de Lewis, lembrando-nos daquilo que é mais importante na vida e apontando-nos o caminho da alegria e do contentamento.
Difícil citar um outro sucesso de crítica neste nível de um mesmo autor, seja ele secular ou cristão, mas o Altíssimo usou Lewis para ser exceção mesmo, indiscutivelmente.
Preocupado com o século em que viveu, de apostasia e heresias de forma nunca antes vistas, século de inovações que tornaram tudo maximizado na humanidade, interatividade, de comunicação, de avanços estrondosos na tecnologia, da consolidação de invenções como o telefone, o carro, o avião, a TV, e etc, Lewis resolveu criar uma fábula cristã, que não fosse assim escancaradamente. Surgiu assim o mega sucesso ''As Crônicas de Nárnia'', onde o leão é a figura de Cristo, e todo o enredo por trás desta.
C. S. Lewis é alguém que Deus escolheu para mostrar o que pode ser um cristão para sua geração, para o mundo onde ele ainda está, o que pode ser uma mente que crê, que tem fé, uma fé que pensa, e uma razão que crê. O ''apóstolo dos céticos'', um dos maiores intelectuais da fé cristã, um dos maiores cérebros de língua inglesa da História.
Quantos de seus pensamentos não estão contidos neste blog, ou em governos de nações, ou em instituições de ensino? Quem nunca ouviu a frase extremamente divina: '' Voltemos ao Evangelho Puro e Simples'' na vida? Quem nunca ouviu um presidente dos EUA citar Lewis, ou um ministro inglês? Quantos homens na História se tornaram nomes de asteroides?
c. S. Lewis foi escolhido pelo Senhor para ser eternizado como um dos maiores cristãos de todos os tempos sim, mas também como um dos maiores intelectuais de todos os tempos também. Considerado um dos maiores escritores de língua inglesa da História.
A vida de Cliver Staples Lewis é uma verdadeira exposição apologética do Evangelho. Um homem brilhante, que ao contrário da maioria dos homens jamais se vangloriou de nada, porque sabia que era um escolhido, um instrumento nas mãos do Altíssimo. Um homem que o mundo todo aplaudiu, e que nunca deixou de apontar para o Gênio dos gênios!
Não precisa descrever o tamanho da influência de Lewis sobre a minha vida, todos sabem que sou um cristão que procura se intelectualizar sempre, que vive no meio universitário, que ama apologética. Não é exagero dizer que ser um cristão bíblico, um intelectual da vida cristã nos dias de hoje, passa necessariamente por C. S. Lewis.
Um homem que guardou a sã doutrina, defendeu a fé, se pôs o tempo todo menor do que seu Criador, foi uma das maiores vozes pensantes em favor do nosso Senhor na História.
Um homem que guardou a sã doutrina, defendeu a fé, se pôs o tempo todo menor do que seu Criador, foi uma das maiores vozes pensantes em favor do nosso Senhor na História.
Segue abaixo uma pequena síntese da vida do escritor cristão, Deus nos abençoe:
Clive Staples Lewis:
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Clive Staples Lewis (Belfast, Irlanda, 29 de
Novembro de 1898 — Oxford, Inglaterra, 22 de
Novembro de 1963), mais conhecido como C. S. Lewis, foi umprofessor universitário, teólogo anglicano, poeta e escritor britânico,
nascido na Irlanda, atual Irlanda
do Norte. Se destacou pelo seu trabalho académico sobreliteratura medieval e
pela apologética cristã que
desenvolveu através de várias obras e palestras. É igualmente conhecido por ser
o autor da famosa série de livros infanto-juvenis de nome As Crônicas de Nárnia, em sete volumes, pela
qual lhe foi conferida inúmeros prêmios — incluindo a renomada medalha
de Carnegie —, e pelo qual é mais referido.
Nascimento, infância e adolescência:
Nascido na ilha de Irlanda, Clive
Staples Lewis cresceu no meio dos livros da seleta biblioteca particular de sua
família, criando nesta atmosfera cultural um mundo todo próprio, dominado por
sua fértil imaginação e criatividade. Os seus pais (Albert J. Lewis e Florence
A. H. Lewis) eram cristãos anglicanos.
Quando Clive tinha três anos decidiu adotar o nome de "Jack", nome
pelo qual ficaria conhecido na família e no círculo de amigos próximos.
Quando eram adolescentes, Lewis e seu irmão Warren (três
anos mais velho que ele) passavam quase todo o seu tempo dentro de casa
dedicando-se à leitura de livros clássicos, e distantes da realidade
materialista e tecnológica do século XX.
Aos 10 anos, a morte prematura de sua mãe fez com que ele ainda mais se
isolasse da vida comum dos garotos de sua idade, buscando refúgio no campo de
suas histórias e fantasias infantis.
Na sua adolescência encontrou a obra do compositor Richard
Wagner e começou a se interessar pela mitologia nórdica.
Educação:
Sua educação foi iniciada por um tutor particular, e mais
tarde no Malvern College na Inglaterra.
Em 1916, aos 18
anos de idade, foi admitido no University College, em Oxford. Seus estudos foram interrompidos
pelo serviço militar na Primeira Guerra Mundial. Em 1918, retornou a Oxford.
Durante a Primeira Guerra Mundial ele conheceu um outro
soldado irlandês chamado Paddy Moore, com quem travou uma amizade. Os dois
fizeram uma promessa: se algum deles falecesse durante o conflito, o outro
tomaria conta da família respectiva. Moore faleceu em 1918 e Lewis
cumpriu com o seu compromisso. Após o final da guerra, Lewis procurou a mãe de
Paddy Moore, a senhora Janie Moore, com quem estabeleceu uma profunda amizade
até a morte desta em 1951. Lewis viveu em várias casas arrendadas com Moore e a sua
filha Maureen, facto que desagradou o seu pai. Por esta altura Clive já tinha
abandonado o cristianismo no qual fora educado na sua infância.
Ensinou no Magdalen
College, de 1925 a 1954, e deste ano até
sua morte, em Oxford. Foi professor de Literatura
Medieval e Renascentista na Universidade de Cambridge. Tornou-se
altamente respeitado neste campo de estudo, tanto como professor quanto como
escritor. Seu livro A
Alegoria do Amor: um Estudo da Tradição Medieval, publicado em 1936, é considerado por
muitos seu mais importante trabalho, pelo qual ganhou o prêmio Gollansz Memorial
de literatura.
Em Oxford conheceu vários escritores famosos, como J.
R. R. Tolkien (autor de O Senhor dos Anéis, de quem viria a se tornar
grande amigo), T. S. Eliot, G.
K. Chesterton e Owen
Barfield.
Vida e obra:
Lewis voltou à fé cristã — após passar por anos, auto
considerando-se um ateu convicto — no início da década
de 1930. Dedicou-se a defendê-la e permaneceu na Igreja
Anglicana (o conhecido teólogo evangélico J. I.
Packer foi clérigo na igreja onde C. S. Lewis frequentava). Tornou-se
popular durante a II Guerra Mundial, por suas palestras
transmitidas pela rádio e por seus escritos, sendo chamado
de "apóstolo dos céticos", especialmente nos Estados
Unidos.
Lewis notabilizou-se por uma inteligência privilegiada, e
por um estilo espirituoso e imaginativo. "O Regresso do Peregrino",
publicado em 1933, "O Problema do Sofrimento" (1940), "Milagres" (1947), e"Cartas de um diabo ao seu aprendiz" (1942), são
provavelmente suas obras mais conhecidas. Escreveu também uma trilogia de
ficção científico-religiosa, conhecida como a "Trilogia
Espacial": "Além do Planeta Silencioso" (1938), "Perelandra" (1943), e "Aquela Força Medonha" (1945). Para crianças,
ele escreveu uma série de fábulas, começando com "O Leão, a Feiticeira e o
Guarda-Roupa" em 1950. Sua autobiografia, "Surpreendido pela Alegria", foi
publicada em 1955.
C. S. Lewis morreu em 22 de
novembro de 1963, no mesmo dia em que Aldous
Huxley morreu, e o presidente dos Estados Unidos, John
F. Kennedy, foi assassinado. A coincidência serviu como pano de fundo para
o livro O Diálogo – Um debate além da morte entre John F. Kennedy, C. S.
Lewis e Aldous Huxley, de Peter Kreeft, onde os três personagens, representando
o teísmo ocidental (Lewis), o humanismo ocidental (Kennedy) e o panteísmo
oriental (Huxley), discutem sobre religião e cristianismo.
Encontra-se sepultado no Holy Trinity Churchyard, em Headington, Oxfordshire, Inglaterra.[1]
Sucesso internacional:
É bastante conhecida sua influência sobre personalidades
ilustres da nossa época, dentre elas Margaret
Thatcher, ex primeira ministra do Reino Unido.
Seus livros foram lidos pelos seis últimos presidentes americanos, e muitos de
seus pensamentos foram citados em seus discursos.
Venderam-se mais de 200 milhões de cópias dos 38 livros
escritos por Lewis, os quais foram traduzidos para mais de 30 línguas,
incluindo a série completa de Nárnia para
a língua russa. Entre 1996 e 1998, quando foi
celebrado o seu centenário, foram escritos cerca de 50 novos livros sobre sua
vida e seus trabalhos, completando mais de 150 livros desde o primeiro, escrito
em 1949 por
Chad Walsh: "C. S. Lewis: O Apóstolo dos Céticos". Foi dado seu
nome a um asteróide, o 7644
Cslewis, descoberto em 4 de
novembro de 1988 por Antonín
Mrkos.
Obras:
Não ficcionais:
The Allegory of Love: A Study in Medieval Tradition (1936)
Rehabilitations and other essays (1939) — com dois
ensaios não incluídos, Essay Collection (2000)
The Personal Heresy: A Controversy (com E. M. W. Tillyard, 1939)
The Problem of Pain (1940) (reeditado em português como O
problema do sofrimento, Vida, 2006)
A Preface to Paradise Lost (1942)
The Abolition of Man (1943) (reeditado em português
pela Martins Fontes como A Abolição do Homem)
Beyond Personality (1944)
Miracles: A Preliminary Study (1947, revisado em 1960)
(reeditado em português como Milagres, Vida, 2006)
Arthurian Torso (1948; sobre a poesia de Charles Willliams)
Mere Christianity (1952; baseado em palestras por rádio
de 1941-1944) (publicado em português como Mero Cristianismo, e
recentemente reeditado pela Martins Fontes como Cristianismo Puro e Simples)
English Literature in the Sixteenth Century Excluding Drama (1954)
Surprised by Joy: The Shape of My Early Life (1955; autobiografia)
(publicado em português pela Editora Vida como Surpreendido pela Alegria)
Reflections on the Psalms (1958)
The Four Loves (1960) (reeditado em português pela
Martins Fontes como Os Quatro Amores)
Studies in Words (1960)
An Experiment in Criticism (1961)
A Grief Observed (1961; publicado inicialmente sob o pseudônimo de
N. W. Clerk) (publicação inédita em português como A anatomia de uma dor,
Vida, 2006)
The Discarded Image: An Introduction to Medieval and
Renaissance Literature (1964)
God in the Dock: Essays on Theology and Ethics (1970),
ou Undeceptions (1971) — todos incluídos em Essay Collection (2000)
Studies in Medieval and Renaissance Literature (1966) — não incluído em Essay
Collection (2000)
Spenser's Images of Life (ed. Alastair Fowler, 1967)
Letters to an American Lady (1967)(publicação
inédita em português como Cartas a uma senhora americana, Vida, 2006)
Selected Literary Essays (1969) — não incluído em Essay
Collection (2000)
Letters to Malcolm: Chiefly on Prayer (1972)
Of Other Worlds (1982; ensaios) — com
apenas um ensaio não incluído em Essay Collection
All My Road Before Me: The Diary of C. S. Lewis 1922-27 (1993)
Essay Collection: Literature, Philosophy and Short Stories (2000)
Essay Collection: Faith, Christianity and the Church (2000)
Collected Letters, Vol. I: Family Letters 1905-1931 (2000)
Collected Letters, Vol. II: Books,
Broadcasts and War 1931-1949 (2004)
Ficcionais:
The Pilgrim's Regress (1933) (O Regresso do Peregrino)
As Crônicas de Nárnia (toda a série foi
publicada em português)
The Magician's Nephew - O Sobrinho do Mago (Também chamado de Os Anéis Mágicos)
The Lion, the Witch and the Wardrobe (1950) - O Leão, A Feiticeira e o
Guarda-Roupa
Prince Caspian (1951) - Príncipe Caspian
The Voyage of the Dawn Treader (1952) - A Viagem do Peregrino da Alvorada (Também
chamado de O Navio da Alvorada)
The Silver Chair (1953) - (A Cadeira de Prata)
The Horse and His Boy (1954) - O Cavalo e seu Menino (Também chamado de O Cavalo e o Menino)
The Last Battle (1956) - A Última Batalha
Out of the Silent Planet (1938) (publicado em português
como Longe do Planeta Silencioso ou Além do Planeta Silencioso)
Perelandra (1943) (publicado em português como Perelandra)
That Hideous Strength (1945) (publicado em português como Aquela Força Medonha)
The Screwtape Letters (1942) (publicado em
português como Cartas do inferno ou As Cartas do
Coisa-Ruim, e recentemente reeditado pela Martins Fontes como Cartas de um diabo ao seu aprendiz)
The Great Divorce (1945) (reeditado em português
como O grande abismo, Vida, 2006)
Till We Have Faces (1956)
Letters to Malcolm: Chiefly on Prayer (1963)
The Dark Tower and other stories (1977)
Boxen: The Imaginary World of the Young C. S. Lewis (ed.
Walter Hooper, 1985)
Poesia:
Spirits in Bondage (1919; publicado sobre o pseudônimo de
Clive Hamilton)
Dymer (1926; publicado sobre o pseudônimo de
Clive Hamilton)
Narrative Poems (ed. Walter Hooper, 1969; inclui Dymer)
The Collected Poems of C. S. Lewis (ed. Walter Hooper, 1994; inclui Spirits
in Bondage)
[editar]Obras sobre C. S.
Lewis
C.S.
Lewis – O Mais Relutante dos Convertidos, (Ed. Vida) de David Downing
A Antropologia
Filosófica de C. S. Lewis, (Ed. Mackenzie) de Gabriele Greggersen
A Magia das
Crônicas de Nárnia I, (GW Editora) de Gabriele Greggersen
O Evangelho de Nárnia,
(Vida Nova) de Gabriele Greggersen (org)
O Milagre
do Livro "Milagres", (Agbook), de João Valente de Miranda
O Destinograma, (Clube de
Autores), Ficção, de João Valente de Miranda
O Grande Divórcio
do Egocentrismo, (Agbook e Clube de Autores), de João Valente de Miranda
Pedagogia
cristã na obra de CS Lewis, (Ed. Vida) de Gabriele Greggersen
Um
Ano com C. S. Lewis – Leituras diárias de suas obras clássicas (trad.
Gabriele Greggersen - Ed. Ultimato)
C.S.
Lewis e Freud debatem sobre Deus, amor, sexo, e o sentido da vida (trad.
Gabriele Greggersen - Ed. Ultimato) de Armand Nicoli
Manual Prático de Nárnia de
Colin Duriez
O Imaginário
em As Crônicas de Nárnia (ed. Mundo Cristão) de Glauco Barreira
Magalhães Filho
Lições das Crônicas de Nárnia (ed. Abba Press) de Glauco
Barreira Magalhães Filho
A
Alma de O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa (Ed. Habacuc) de Gene
Veith
O
Diálogo – Um debate além da morte entre John F. Kennedy, C. S. Lewis e Aldous
Huxley, (Ed. Mundo Cristão) de Peter Kreeft
O dom da
amizade: Tolkien e C. S. Lewis (Tolkien and C. S. Lewis), (Ed. Nova
Fronteira) de Colin Duriez
Referências
Bibliografia:
Barker, Dan. Losing Faith in Faith: From Preacher to
Atheist (em inglês). Madison: Freedom from Religion Foundation, 1992. ISBN
1-877733-07-5
Carpenter, Humphrey. The Inklings (em inglês).
Londres: Allen & Unwin, 1978.
Carpenter, Humphrey. The Inklings: CS Lewis, JRR
Tolkien and Their Friends (em inglês). [S.l.]: HarperCollins, 2006. ISBN
0-00-774869-8
Dodd, Celia. Human
nature: Universally acknowledged (em inglês). Londres: The Times,
2004.


0 comentários:
Postar um comentário